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Após ataques, Nova Zelândia vai propor reforma na lei sobre armas

Enquanto isso no Brasil, povo pediu e presidente libera porte de arma para maiores de 25 anos

A primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, disse hoje (18) que o governo vai propor, em dez dias, uma reforma na lei sobre armas.

Segundo ela, a iniciativa tem apoio dos três parceiros da coalizão – Partido Trabalhista da Nova Zelândia, Primeiro Partido da Nova Zelândia e Partido Verde.

A proposta ocorre após o ataque duplo às mesquitas, em Christchurch, no qual 50 pessoas morreram e outras 50 ficaram feridas. O governo prepara um memorial nacional em homenagem às vítimas.

Segundo a primeira-ministra, um inquérito investigará os ataques terroristas de Christchurch. O comissário de polícia da Nova Zelândia, Mike Bush, confirmou que o atirador agiu sozinho, mas pode ter tido apoio.

“Acreditamos que havia apenas uma pessoa responsável por isso”, disse Bush, que não descartou o apoio de outras pessoas e disse que era “uma parte muito importante da nossa investigação”.

Enquanto isso no Brasil, que vem registrando ataques com armas  principalmente em escola, o mais recente, em Suzano onde oito pessoas foram assassinadas além dos dois agressores que se mataram em seguida, o governo  felixbiliza o uso de armas.

O decreto,  foi a primeira ato do governo Jair Bolsonaro (PSL) em janeiro, e prevê que cidadãos brasileiros com mais de 25 anos poderão comprar até quatro armas de fogo para guardar em casa.

“O povo decidiu por comprar armas e munições, e nós não podemos negar o que o povo quis naquele momento. Em toda minha andança pelo Brasil, ao longo dos últimos anos, a questão da arma sempre estava na ordem do dia. Não interessa se estava em Roraima, no Acre, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina ou Rio de Janeiro’, disse o presidente ao assinar o decreto.  A liberação do uso de armas foi a principal bandeira de campanha do presidente.

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